A atitude e a esperança

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Quando o pequeno Barack Hussein Obama falou para a sua avó, que seria o presidente dos USA, o que ela respondeu: Sim, você conseguirá. Se essa avó, não tivesse dado essa resposta, talvez não teríamos o primeiro presidente negro com sobrenome árabe e nascido no Havaí. Talvez daí derive a frase na posse – Yes, We can.

Ele teve esperança, acreditou, mas estudou em boas Universidades, trabalhou e se preparou, ou seja, TEVE ATITUDE. Então, esperança sem atitude é nula.

Na sua empresa a atitude faz parte do perfil, do seu time de colaboradores? Sua empresa investe em treinamento e conhecimento, mas dissemina a cultura da esperança e AÇÃO, sem causar receios?

A empresa vive tão preocupada com a capacitação dos talentos, investe milhares de reais todos os anos em aprendizagem, treinamos o pessoal, compra livros e tantas outras iniciativas em torno do conhecimento.

Estaria parte do investimento feito na obtenção do saber não se mostrando útil na prática? Não! O fato é que o êxito maior da gestão do conhecimento – que está em utilizar o conhecimento em favor dos colaboradores, transmitindo para todos que esperamos isso deles.

Fica evidente aqui que o desafio da gestão do conhecimento vai muito além da oferta e oportunidade de aprendizado.

Teoricamente, todos os funcionários recebem o mesmo treinamento, são preparados para “enfrentar” os mesmos desafios e teriam as mesmas condições de prestar boa qualidade de atendimento aos clientes externos e internos. O que então explicaria diferentes entregas de conhecimento e informação em funcionários da mesma empresa?

A diferença entre aqueles que superam as expectativas e os que estão longe disso está muito atrelada a atitude baseada no conhecimento, em conjunto com a esperança de conseguir melhores resultados. Àqueles que perderam a oportunidade de fazer a diferença, faltou–lhes a vontade e não o saber. Faltou a atitude para aplicar o saber, que depende muito de motivação.

Todos reconhecemos que há uma enorme diferença entre aquele que sabe e o que não sabe. Contudo, é interessante pensar que um abismo enorme também existe entre aqueles que sabem e não aplicam o conhecimento que possuem e aqueles que igualmente conhecem e aplicam o saber. A vontade, esperança e a motivação dos colaboradores também são ingredientes fundamentais ao êxito de qualquer empreendimento.

Assim, a atitude baseada no conhecimento depende muito dessa vontade, motivação e esperança genuínas. Apenas saber não é garantia para o sucesso e muito menos condição para descanso. Saber o que os funcionários sabem também ainda não é uma garantia, principalmente porque a falta de motivação pode interromper a entrega do saber e anular todo o esforço da gestão do conhecimento.

É certo que a disposição para aprender se revela mais natural do que a disposição para aplicar o conhecimento. Neste contexto, a disposição natural para aprender também não basta. A disposição para aplicar o saber é fundamental. Posturas favoráveis e atitudes baseadas no conhecimento devem ser trabalhadas com bastante responsabilidade pelas empresas.

É natural aprender mais do que se pode aplicar de fato. Contudo, esta também não pode ser uma desculpa para deixar de aplicar o saber em benefício dos clientes externos e internos. Antes mesmo que se venha constatar pelos clientes que o conhecimento não está sendo entregue ou aplicado devidamente, qualquer empresa deve se antecipar e tentar resolver ou amenizar esta perigosa doença corporativa.

A falta de iniciativa em favor da aplicação do conhecimento, que mata a empresa aos poucos e invalida o esforço da gestão do conhecimento, é tão grave quanto não saber. A empresa que sabe, mas não mobiliza e aplica o saber, é igual a empresa que nada sabe. Nesse caso, não adianta ter esperança, pois falta a atitude.

Você já imaginou preparar a terra, plantar e cuidar de uma área de cultura e deparar–se dias antes da colheita com uma praga que come e destrói todo o fruto do seu trabalho? Assim é a desmotivação em relação à gestão do conhecimento. Ela destrói a produção do saber, impede que o conhecimento seja ampliado, disseminado e aplicado na empresa, neutraliza o surgimento de ideias, desperdiça clientes e negócios e arrasa qualquer empreendimento.

Quantas vezes vamos às lojas, aos bancos, às grandes prestadoras de serviços de telecomunicação, saneamento básico e energia e esperamos encontrar alguém disposto a nos dar atenção de qualidade e nos decepcionamos? Quantos deles se dispõem a nos instruir com conhecimento? Quantos deles estão dispostos a sorrir simplesmente? E quando precisamos de algo e nos deparamos com pessoas que sabem muito bem o que devemos fazer, mas ao contrário de nos orientar, preferem se calar porque isso não faz parte da sua função?

De que adianta investir na obtenção do saber e fechar os olhos para a importância da aplicação dos conhecimentos? Pense nisso ao planejar suas iniciativas de gestão do conhecimento. Tenha Esperança e seja um incentivador do conhecimento, isso faz a diferença. Pense Governança, pense Finance365.

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