Estilos de liderança

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Mesmo como funcionários, no início de nossas carreiras, nos deparamos com muitos perfis diferentes de chefes e líderes. Alguns deles são metódicos, outros motivadores, alguns até mesmo ditatoriais. Mas a grande verdade é que como empresários, consideramos cada um deles para posições em nossas empresas, a depender das metas e objetivos que temos para um dos cargos. É aí, nesse exato ponto, que entra o estilo de liderança.
O estilo de um líder é um traço decorrente de sua personalidade, habilidades, qualificações, experiências de vida e, porque não, de seu moral e do contexto no qual está presentemente inserido, tanto em termos profissionais quanto pessoais. Líderes sob grande estresse em situações pessoais, por exemplo, podem desviar ou modificar seu estilo de liderança, tornando-se
 por vezes mais autoritários e despóticos, outras vezes mais desinteressados e displicentes.
Para prever todos esses movimentos e melhor alinhá-los às metas e objetivos de seu negócio, é preciso traçar perfis e conhecer os estilos desenvolvidos por todas as suas chefias – começando por você mesmo, como proprietário ou dono de um negócio ou empreendimento.
Antes de mais nada, para descobrir seu estilo, é preciso conhecer quais são os principais deles dentro das lideranças. Claro que uma série de outros atributos podem ser avaliados em um líder, muitos deles até subjetivos, mas o fato é que alguns estilos são dominantes quando há uma relação hierárquica de trabalho.

Os quatro estilos básicos
Há muitos tipos de chefes, e todos eles possuem, além de seus perfis de liderança, perfis profissionais que os tornam mais reconhecidos e respeitados por suas equipes ou não. Contudo, em termos de liderança somente, é possível compor um perfil com base na predominância de quatro estilos básicos:

  • dominância
  • informalidade
  • Formalidade
  • condescendência

Claro, esses estilos nunca vêm sozinhos e o perfil de cada líder é determinado, na verdade, pelo peso e coexistência dessas quatro variáveis em seu modo de agir, comandar e decidir. Não há alguém 100% dominante, assim como ninguém é completamente formal em tudo aquilo que faz e desenvolve.
A ciência de conhecer o próprio perfil e o de outros líderes está em admitir que todos possuímos potencial e traços mínimos de liderança, em seus diversos estilos. Contudo, há sempre algo maior ou preponderante, e é nesse item específico que a avaliação de um estilo se fixa: na característica e tendência maior de sua liderança.

- dominância
O estilo dominante gera enorme dinamismo nas relações pessoais, está relacionado a um processo rápido de tomada de decisões e geralmente reflete uma maior autoridade. Esse estilo leva o líder a se expor a mais riscos, seja motivado por seu carisma e popularidade, ou mesmo pela autoridade e voz que possui sobre seus seguidores e colaboradores.
Líderes com elevada dominância geralmente comandam, usam sua autoridade para distribuir tarefas e impor a ordem, e possuem pulso firme para conduzir equipes inteiras rumo a metas e objetivos maiores.
Como pode parecer, e realmente é, esses líderes com alto estilo dominante não são pessoas muito abertas a sugestões e dificilmente desviam de sua rota inicial até que seja tarde demais. De forma extrema, esses líderes podem ser extremamente autoritários, teimosos e até mesmo violentos em alguns casos.
Grande parte dos casos de assédio moral mais graves ocorre sob a égide de chefes excessivamente dominantes e autoritários, que descartam o fator humano dos membros de sua equipe em prol de objetivos e metas estabelecidos.
Há chefes com o estilo equivocado de dominância. Quando essa característica aflora, o líder com esse traço passa a agir como se seus colaboradores fossem simples peças em seu jogo político e de dominação, destituindo-os de qualquer traço humano e passando a concentrar esforços apenas em atingir as metas, e não em como o fará.

- informalidade
Alguns líderes possuem carisma e popularidade, mas esse amor por parte de seus colaboradores parte de um caráter e um estilo informal de liderança. Flexível ou até mesmo avesso a regras e padrões, esse líder costuma ser mais alegre e até mesmo distraído, e sua principal preocupação, em geral, gira em torno das pessoas que lidera. Seus objetivos e metas são na maioria dos casos atingidos por meio do diálogo, da promoção e incentivo ao relacionamento e até mesmo por instinto.
Líderes informais muitas vezes são pessoas agregadoras e grandes comunicadores, alguns deles inclusive atingem suas posições em decorrência do seu sucesso nos relacionamentos interpessoais. Self-made men e pessoas que se destacam em empresas por sua personalidade geralmente carregam em suas chefias um perfil com alto teor de informalidade.
Claro, quando excessivo, esse estilo pode criar lideranças vazias e displicentes. Chefes que ignoram regras e utilizam-se da intuição e do improviso sem medir consequências e o impacto de suas decisões.
Por outro lado, esses líderes são pessoas mais abertas, dispostas a negociar e mais francos e transparentes em sua gestão. A informalidade é particularmente benéfica em setores e em departamentos que exigem um maior esforço criativo e inovador, uma necessidade de rompimento com padrões que apenas o líder informal é capaz de conduzir.

- condescendência
Há ainda líderes introspectivos. Ao contrário do que pensa o senso comum, chefes muitas vezes não gostam de se expor e afirmar sua liderança a todo momento. O estilo condescendente de liderança visa atingir metas e concretizar planos, geralmente seguindo a risca os processos e protocolos existentes e agindo de modo focado e até metódico.
Muitas vezes, apesar de não ordenar ou exercer voz impositiva sobre seus seguidores, o chefe condescendente é visto como alguém fechado e avesso a opiniões. Na verdade, é bem o contrário.
Líderes condescendentes estão aberto a opiniões e até mesmo são inseguros a ponto de
 aceitá-las sem muita discussão, desde que essas opiniões não contrariem padrões, metas e objetivos estabelecidos. Esse líder passa instruções e cobra de sua equipe a obediência a padrões e procedimentos que lhe foram passados por instâncias superiores.
Um estilo condescendente excessivo pode dar origem a chefes inseguros e indecisos, contudo. Sua obediência ao status quo e ao processo e suas regras acaba se contrapondo à sua tendência natural de se curvar a sugestões, opiniões e principalmente críticas.
Em áreas que exigem rápida tomada de decisão, o líder com perfil excessivamente condescendente pode se dar mal e criar situações de paralisia e até improdutividade.
- Formalidade
Esse último perfil é o típico trabalhador. Lideranças formais dão valor apenas ao trabalho árduo, ao esforço e à dedicação de seus funcionários em relação ao projeto.
 Esse estilo é controlador, mas ao contrário do perfil dominante, se apoia sempre nas regras para afirmar sua autoridade. O relacionamento humano e o diálogo tendem a ser breves e até apressados, mas a valorização da produtividade é algo intrínseco.
Contudo, líderes excessivamente formais podem criar equipes e departamentos burocráticos e pouco funcionais. Jogando sempre pelas regras e sem permitir aberturas e exceções o líder cria um mecanismo de autoproteção e para os parâmetros que compõem as tarefas dado origem a processos morosos e demorados.

Como se pode ver, o RH representa uma área vital da organização. A área auxilia na captação
 de bons líderes, apoia no momento de identificar a pessoa certa para cada vaga, usa o treinamento como aliado, orienta na motivação das equipes, usa o endomarketing para fortalecer o grupo
 e contribui para o engajamento das lideranças. Para fazer uma analogia, pode-se pensar em uma equipe de trekking, que é a modalidade esportiva conhecida por promover longas caminhadas em paisagens bonitas e, às vezes, de difícil acesso. A vida em equipe também é assim, com momentos difíceis e outros mais tumultuados. Um grupo de trekking pode ter de três a seis pessoas, cada uma com uma função definida:
cada equipe deve ter pelo menos 1 navegador, 1 calculista e 1 contador de passos. O navegador é responsável por interpretar a planilha com os detalhes do destino e conduzir a equipe pelo caminho com a ajuda de uma bússola. O contador de passos tem a responsabilidade de estimar as distâncias que são fornecidas em metros, normalmente entre uma referência e outra e a contagem dos passos é usada para determinar essas distâncias. Já ao calculista cabe fazer todos os cálculos antes e durante a prova. Ele calcula todos trechos para a chegada da equipe nas referências e também se há atrasos ou adiantamentos, o que pode fazer a equipe perder pontos. Assim como nesse exemplo, se em uma equipe um não cumpre perfeitamente a sua atribuição, todos do grupo podem ser afetados. Por isso, é preciso trabalhar com sinergia e comprometimento, dialogando nas horas difíceis, mas com muita consciência do seu papel no grupo e no resultado final de todos. A despeito de todas essas atribuições, é fundamental reforçar que o RH oferece as ferramentas certas para os que próprios líderes desenvolvam suas equipes com mais eficiência e assertividade. De posse desses recursos e de boas orientações, as lideranças se tornam mais fortalecidas e empoderadas para trilhar seus próprios caminhos e conduzir suas equipes de forma plena rumo ao sucesso.

Fonte: Pesquisa na internet

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