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Gestão Educacional 

 

 

 

Especialistas discutem como gerir a educação em tempos de crise e antecipar-se a problemas.

Pensar a educação de forma estratégica é também um papel do administrador. Trazer ao campo do ensino as lições e propostas da gestão do mundo corporativo é um meio de melhorar essa área que, como qualquer outra, busca resultados e oportunidades de crescimento.

Historicamente, o Brasil é um país que não costuma olhar para questão educacional como prioridade. Por isso, os gestores desse campo acabam sofrendo mais. No momento em que vivemos, de incertezas políticas e econômicas torna-se ainda mais difícil encontrar caminhos a seguir. No entanto para os especialistas, é justamente aí que deve estar o foco de todos os esforços buscar soluções que vinguem no futuro.

Gerar valor a longo prazo é o papel fundamental de quem trabalha com educação, segundo o administrador Rodrigo Calvo Galindo, CEO da  Kroton Educacional, uma das maiores organizações educacionais privadas do Brasil e do mundo, com uma trajetória de mais de 45 anos na prestação de serviços no Ensino Básico e de mais de 10 anos no Ensino Superior, com 125 unidades de Ensino Superior, presentes em 18 estados e 83 cidades brasileiras e mais de 870 escolas associadas.

Eles têm um modelo de gestão orientado para os resultados. Investem em profissionalizar o gerenciamento. Quando integram alguma outra escola, aproveitam pessoas, processos e sistemas que já funcionam. Por isso, tem dois pilares fundamentais, que são o planejamento estratégico e o orçamento, que é feito de baixo para cima. Isso é fundamental para o sucesso, afirmou durante o GEduc, congresso sobre o tema.

Galindo lembrou ainda que a crise pela qual o país passa atrapalha também na educação, mas que as empresas que trabalham com isso podem se preparar justamente antecipando cenários. Um modelo de gestão robusto ajuda a diagnosticar e solucionar os problemas.

Segundo o professor, educador e filósofo Mario Sérgio Cortella, não existe crise insuperável. No entanto, é necessário ter preparo e habilidade para enfrentá-la. Assim como Galindo, ele acredita que a melhor forma de passar sem grandes traumas é antecipar os problemas. Temos que nos preparar para novos ambientes, sem descartar o que já deu certo. A palavra crise vem do sânscrito, que significa: aquilo que purifica, ou seja, que deixa para trás o que não tem fortaleza, resaltando que o momento atual pode também ser libertador.

De acordo com Galindo, para manter uma gestão educacional forte, por ser uma coisa mais pulverizada, alguns passos são fundamentais:  desenvolver uma estratégia; planejar a estratégia; alinhamento da organização; e por fim, criar e implementar mecanismos de monitoramento e acompanhamento.

Cortella, por sua vez, lembrou que não podemos "perder a oportunidade da mudança". Não existe gente com sorte, existem pessoas com coragem. A sorte segue a coragem.

"Não digo que não podemos ter medo. Devemos ter medo. O que não podemos é sentir pânico. O medo é inteligente, nos faz tomar atitudes. O pânico cria a imobilidade, paralisa e faz com que não se mude a rota, levando ao inevitável fracasso", finalizou Cortella

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